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Histerossalpingografia sem dor: é possível?

A Histerossalpingografia é um método diagnóstico de extrema importância na avaliação do casal infértil. Apesar de já ser utilizado há muitos anos, continua sendo a melhor forma de avaliar com detalhe as trompas, além de poder visualizar o canal endocervical (canal na entrada do útero) e cavidade uterina.
Outras patologias, tais como alterações morfológicas congênitas do útero, sinéquias uterinas (aderências dentro da cavidade uterina) e tumorações intrauterinas, são prontamente diagnosticadas durante a realização do exame.
Além das mulheres com dificuldade para engravidar outras com história de abortos de repetição, doença inflamatória pélvica crônica e miomatose também são vistas como candidatas à realização deste procedimento.
Podemos também ver as trompas em outros exames de imagem não invasivos como o ultrassom transvaginal e a ressonância magnética, no entanto nestes métodos não é possível detalhar o trajeto das trompas e se estão pérvias (se há passagem para o óvulo).
Outros procedimentos como a laparoscopia (cirurgia) ou a histeroscopia (exame do interior do útero com uma minicâmera) podem avaliar as trompas e/ou a cavidade uterina, mas são procedimentos mais invasivos e mais caros e só são realizados quando há outras indicações específicas.

O que é o exame:
A Histerossalpingografia é um raio-x contrastado da cavidade uterina e das trompas. Realizam-se radiografias em série, com a injeção de um líquido (contraste iodado) através do orifício do colo do útero, com o auxílio de um cateter (sonda) fino e flexível.
Deve ser realizada em uma fase específica do ciclo menstrual, antes da ovulação e logo após o término da menstruação, ou seja, entre os dias 6 e 12 do ciclo menstrual.
A Histerossalpingografia acabou tendo a má fama de ser extremamente doloroso porque antigamente se prendia e tracionava o colo do útero com uma pinça e utilizavam-se cânulas metálicas para injetar o contraste na cavidade uterina.
Com uma estatística de mais de 6000 exames realizados, a Digimagem Medicina Diagnóstica não utiliza esse protocolos antigos (que ainda são praticados em muitos serviços) e desenvolveu uma técnica especial, onde o principal foco consistiu em abolir os dois maiores componentes negativos que historicamente vinculam-se ao método: medo e dor, que, como sabemos, são indissociáveis, um retroalimentando o outro e interferindo diretamente na realização do exame e por conseguinte no resultado final. Além disso, todo o exame é documentado de forma digital o que proporciona melhores imagens, não havendo necessidade de repetição de radiografias, e maior rapidez no exame.
Hoje podemos afirmar que a Digimagem proporciona às suas pacientes uma Histerossalpingografia com alta qualidade técnica e, na maior parte das vezes, praticamente indolor.


Dra. Cássia Danielle Domit – CRM 39052
Em caso de dúvidas sobre a realização deste exame, contate-nos pelo e-mail cassia.domit@digimagem.com

 

 

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